2006-11-19

A inserção do Brasil no século 21

O século 21 começou de uma maneira inesperada. O "Bug do Milênio" relembrou a nossa total dependência da tecnologia. Pouco depois, religiosos fanáticos usaram tecnologia desenvolvida para uso pacífico para destruir edifícios. Estes mesmos religiosos primitivos não tiveram dificuldade em detonar, com pouquíssimo dinheiro, milhares de vidas e bilhões em patrimônio.

Os governos de todo o mundo mobilizam-se para cortar as fontes de financiamento destes radicais. O sistema financeiro internacional agora registra cada transação, procurando sinais de financiamento a terroristas. Estes utilizavam maciçamente os recursos de "caridades islâmicas" que, em vez de comprar alimento ou roupas, compravam fuzis e foguetes. O cerco aperta e os radicais tem que descobrir outras maneiras de transportar o dinheiro.

Apesar do Brasil ter contribuído com poucas invenções no século 20 (lembrem-se que Santos Dumont era muito mais francês que brasileiro), o século 21 promete utilizar artifícios engenhosos desenvolvidos por certos grupos de pessoas (ou raças). No Brasil existe uma raça que, desde os anos 80, precisou fazer incríveis malabarismos para transportar dinheiro vindo de sindicatos alemães, através de "obras de caridade cristãs". Este dinheiro servia para aparelhar sindicatos, pagar salários de militantes com o único objetivo de tornar o país menos competitivo e atrair menos investimento. A justificativa era "aumentar os salários dos trabalhadô". Só os salários dos que já ganhavam bastante para padrões brasileiros foram aumentados, ao mesmo tempo que o crescimento da economia era tolhido. Sofisticadas técnicas de transporte de numerário não contabilizado foram desenvolvidas, culminando com a cueca recheada. O pessoal da Al Qaeda já está de olho nestas novidades tecnológicas, e doravante evitará usar transferências eletrônicas em favor desta invenção brasileira. Muitas vidas de militantes islâmicos que se arriscam levando malas com dólares serão poupadas, e muitos mais homens-bomba estarão disponíveis para a causa islâmica. Um progresso, certamente.

A arte da manipulação financeira é antiga e sofisticada. Entretanto, o alvorecer deste século viu uma novidade nunca antes pensada: o cartão de crédito corporativo da presidência da república. Este instrumento financeiro já movimenta dezenas de milhões e encontra-se em franco crescimento. Gastos secretos como a compra de milhões de lanches para encher manifestações de miseráveis constituem uma inovação sem par na história econômica mundial. Prevejo que os gastos secretos do cartão corporativo vão atingir bilhões até o fim do mandato. No mundo islâmico é difícil recrutar muita gente para manifestações antiamericanas. Se o Al-Qaeda instituir o cartão corporativo secreto, lanches poderão ser comprados e manifestações monumentais serão possíveis, de uma hora para a outra, fora de Mecca.

Uma forma dessa raça transferir recursos é a compra de milhões de dólares em papel higiênico ou cartuchos de impressora. Notas frias são geradas a partir de empresas comerciais fantasmas. O dinheiro pago pode ser cash ou compras via cartão corporativo. Quando alguém pensar em fiscalizar quem vendeu, vai dar em um número inexistente de uma rua ou uma favela. Em Gaza militantes já estão abrindo empresas fantasmas deste tipo para a venda de burqas, que serão comprados aos milhões por governos islâmicos. Claro que em vez de burqas, o dinheiro irá para armamentos.

Outra invenção brasileira que revolucionará o mundo é a justiça brasileira. Basicamente é um tipo de sistema jurídico que tem a vantagem de eliminar completamente os erros judiciais. Isso nunca antes foi conseguido no mundo! No Brasil a justiça não condena ninguém, e se por um acaso condenar, sempre se pode apelar para uma instância superior. Os processos duram anos e anos e na prática não há justiça nenhuma. Isto libera o caminho para que as raças que estão no poder roubem e corrompam sem ter nenhum tipo de receio. Ajuda também as classes menos favorecidas dos assassinos e sequestradores, que podem operar com mais tranquilidade.

Entretanto, a invenção pela qual o Brasil ficará famoso mundialmente é o sistema pseudo-comunista, que alguns já chamam clepto-stalinismo, desenvolvido por fantástica engenharia partidária em porões cheios de aloprados, assim como em universidades de fachada tropicais. O clepto-stalinismo não repete o erro fundamental dos soviéticos, que foi o de valorizar a educação. Tornando a educação compulsória, os pobres soviéticos tinham que usar a cabeça para aprender ciências, por exemplo. Infelizmente o desenvolvimento do raciocínio lógico levava-os a questionar o regime, que se via obrigado a... cortar-lhes a cabeça. No clepto-stalinismo bananão, a educação básica será totalmente anulada, o índice de analfabetismo subirá às alturas. É sabido que a alfabetização torna um povo mais indócil, de modo que o estudo jamais será prioridade. Para sabotar o pouco de inteligência que resta, militantes ignorantes serão plantados nas universidades para garantir que ninguém tenha que pensar. "Pensar dá dor de cabeça" será o novo slogan. O erro dos soviéticos será corrigido. Os insurgentes não precisarão ser perseguidos: simplesmente ninguém os entenderá.

O uso conjunto dessas maravilhosas invenções brasileiras possibilitará à raça que está no poder o desvio de dinheiro de qualquer origem. Se algum assunto chegar à justiça nunca haverá nenhuma condenação. O uso do dinheiro para subornar miseráveis não terá nenhuma contestação: trata-se apenas de caridade oficial. Se o mundo prestar atenção ao Brasil, o século 21 promete inovações incríveis. O burqa recheado com dólares será somente o começo. Inch'Allah!


5 comentários:

Tambosi disse...

Eis uma análise-desabafo que jamais a imprensa fará. Assino embaixo, e invejo-o por ter ido embora deste Acampamento.

Amanhã vou chamar este tópico no meu blog.

Abração

Júlio Canaris disse...

Caramba!!! É assustador conceber que corremos esse risco. Perdoe-me a distância intelectiva que me causa tal espando, mas sou um brasileiro comum, compreenda.
Mas é realmente assustadora tal realidade.
Mas qual o remédio?

Bira disse...

são coisas inacreditáveis!
Irmãos muçulmanos sem ter o que comer, beber ou plantar e bilhoes gastos em terrorismo.
Ainda acho que Bina Laden é da CIA...não pode ser tão burro ou idiota e deixar a industria armamentista cada vez mais rica.
E o povo é um detalhe à parte convenhamos.

Camarada Arcanjo disse...

Gostei muito do conceito clepto-stalinismo para este governo fascista-comunista.

A gostosona da foto é Marilena Chiubiu, a filósofada Alkaeda?

tunico disse...

Beleza, Zappi. Vou fazer um link na continuação da série "Invaders"